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A Culpa é das Estrelas, John Green.
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Intrinseca,
Resenha
Sinopse: Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Já li este livro há algum
tempo, mas protelei tanto para escrever esta resenha porque acho muito difícil
falar dele. O livro me encantou como poucos e a delicadeza expressa em suas
páginas trouxe-me alegria, tristeza, paz e reflexões. Não é a toa que John
Green foi escolhido o autor do ano pelo prêmio Entertainers of the Year 2012,
do site Entertainment Weekly, com 40% dos votos do público. Sua escrita é leve
e ao mesmo tempo profunda e evoca temas filosóficos e existenciais. Mas vamos à
história....
Hazel é uma jovem garota de
16 anos e paciente terminal de câncer, que ela tem desde os 13 anos. Com o
tratamento experimental a que se tem submetido, Hazel consegue uma melhora
gradual do seu quadro, o que lhe dá uma maior expectativa de vida. Em um grupo
de apoio que frequenta ela conhece Augustus, um garoto adorável, que tem um sorriso
meio torto e também teve câncer nos ossos, motivo pelo qual perdeu uma de suas
pernas.
O encontro desses dois não
podia ser mais encantador, profundo, envolvente, delicado! Hazel e Augustus são
dois jovens muito maduros, apesar da pouca idade e que talvez devido à
aproximação cotidiana com a morte encarem as agruras da vida com maestria e com
uma força que faz inveja a muito adulto por aí.
Um destaque da história é o
livro preferido de Hazel: Uma aflição Imperial. Ela cita este livro todo o
tempo e o mesmo tem um destaque importante na trama, coisa que eu vou deixar
vocês descobrirem sozinhos. Em A Culpa é das Estrelas, morte e vida bailam
juntas, assim como amor, relações, limites e desencontros. O câncer é mostrado
sobre outra perspectiva, com um olhar de resiliência, força e coragem. Mas
ainda assim há dores, lágrimas e desencantos. Como a vida é, um carrossel de
sentimentos conflitantes e intensos.
É uma leitura instigante,
filosófica e engraçada também. Hazel é o tipo de personagem pelo qual você se
apaixona de cara. Extremamente inteligente e de uma acirrada ironia, ela conduz
a história de uma forma magistral. Ler “A Culpa não é das Estrelas” é uma
experiência única e prazerosa que nos faz pensar sobre a vida e nos rouba
inocentemente risos e lágrimas ao mesmo tempo.










