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  • Setembro Policial: Sangue na Neve, Jo Nesbo


    Olá, amigos leitores! Tudo bem com vocês?
    Atrasada, como sempre, mas presente...Cá estou eu para falar um pouco do projeto #SetembroPolicial que o blog está participando este mês. O Projeto consiste em dedicar o mês de setembro à temática do gênero policial nas nossas redes. Isso inclui leituras, séries, filmes e tudo mais que vier a cabeça. Para quem não sabe, esse é um dos meus gêneros preferidos, então, apesar de atolada de coisas não resisti e vou participar também. O projeto é iniciativa da Thamiris, do blog Eu li ou vou ler e também conta com a participação de vários outros blogueiros. Lá você vai encontrar maiores informações sobre o projeto e também sobre os blogs que estão participando. E também está rolando um super sorteio lá no blog da Thamiris e também rolarão sorteios aqui no Conversa. Então, fiquem ligados! 
    Para começar, eu trago a resenha de um livro que li em 1 dia e que me conquistou com a sua escrita fluida e sedutora. Estou falando de Sangue na Neve, de Jo Nesbo.

    Eu me possuo, Stella Florence

    SinopseO fato de eu ter me sentido atraída por você, ter ido a sua casa, ter desejado transar com você, não significa que você poderia me violentar. Desejar um homem não é o mesmo que desejar ser estuprada por ele. Você disse que tem ido ao meu bar a m de se desculpar por alguma má impressão que tenha deixado em mim. Você não deixou uma má impressão, Gustavo. Você cometeu um crime. Talvez agora você me pergunte por que eu não te denunciei já que você é um criminoso. Naquela noite, eu dei um nó no meu vestido para disfarçar o rasgo que você fez e me limpei como pude no elevador. Fiquei perambulando pela rua meio tonta, depois entrei num táxi e fui para casa da minha avó. Fui direto para o chuveiro limpar aquilo de mim. Me senti suja, me senti culpada, me senti inferior, me senti até ruim de cama: carreguei por muito tempo acusações que serviam para você, não para mim. Minha falta de experiência me fez acreditar que a culpa era minha, que eu apertei algum botão maldito em você e que talvez sexo fosse aquele horror mesmo. Por isso eu me mantive em silêncio. Mas meu corpo gritava!”

    Olá, amigos leitores! Tudo bem com vocês? 

    Hoje eu trago a resenha de um livro leve, mas que aborda um assunto forte e muitas vezes colocado para baixo do tapete, que é a violência sexual contra a mulher, sendo mais específica, o estupro. Stella Florence trouxe-nos uma história bem escrita e com uma protagonista forte, para falar deste problema que, embora pouco discutido, é muito mais comum do que podemos imaginar. 

    Karina é uma jovem estudante de Odontologia, que mora com seus pais e uma irmã mais nova e faz estágio em uma clínica. Em um lar onde a mãe é conservadora e submissa,   o pai a vê como um receptáculo de expectativas e a irmã só serve para implicar com ela, é na avó materna, Evelyn, que Karina encontra o repouso e fuga de sua realidade não tão satisfatória. Karina se vê a cada dia mais desencantada com a sua rotina de faculdade/estágio/casa e sente dentro de si um anseio pela  liberdade de fazer coisas diferentes, embora ela não saiba bem o quê. 

    Lançamento: A Santa Aliança, A. J. Kazinski

    Terceiro romance da dupla A. J. Kazinski, que já lançou os livros O último homem bom e O sono e a morte pela Tordesilhas, A Santa Aliança é um thriller eletrizante, de leitura dinâmica e cheio de reviravoltas, que mescla ficção e realidade com um toque de teoria conspiratória. Eva Katz tenta recomeçar a vida após o fim de sua carreira como jornalista e a morte do namorado na guerra do Afeganistão. Em seu primeiro dia de trabalho numa creche em Copenhague, ela não resiste à tentação de investigar a verdade sobre um crime relatado em um desenho infantil. Entretanto, na busca da verdade, Eva acaba mexendo com instâncias muito poderosas da sociedade dinamarquesa, e o que antes parecia um incidente isolado se revela como parte de uma rede de segredos que remontam à formação da Santa Aliança, uma coligação monárquica criada no século XIX. Este thriller eletrizante é o terceiro da dupla A. J. Kazinski, que já lançou os livros O último homem bom e O sono e a morte pela Tordesilhas. 


    SOBRE A OBRA


    Eva Katz é uma ex-jornalista que está tentando refazer a vida depois da morte do namorado, que faleceu durante um combate na guerra do Afeganistão. O casal havia acabado de comprar um imóvel juntos, mas como a união não fora oficializada, Eva se vê desamparada tanto emocional como financeiramente. No meio desse turbilhão, ela decide recomeçar a vida ao aceitar um emprego numa creche em Copenhague. No entanto, logo no primeiro dia, ela fica intrigada com o desenho de uma das crianças, Malte, que retratava um provável assassinato. 

    O céu noturno em minha mente, Sarah Hammond













    Sinopse: Mikey Baxter tem 14 anos, mas muitas coisas o diferenciam dos outros garotos da sua idade. Para começar, o pai está na prisão e a mãe se recusa a falar sobre o assunto. Ele sabe que, de alguma forma, isso está ligado à cicatriz em sua cabeça e ao fato de ele parecer ter mais dificuldade em entender certos assuntos do que os outros. Quando um misterioso assassinato ocorre em sua cidade e Mikey é o primeiro a chegar à cena do crime, ele não sabe o que pensar. O que o levou até ali? Quem teria matado o morador de rua da cidade, que parecia nunca ter feito mal a ninguém? E quem era o homem caipira que estava nos arredores?



    Olá amigos leitores! Tudo bem com vocês? Venho trazer para vocês as minhas impressões de leitura de “O céu noturno em minha mente”, de Sarah Hammond. Este é um livro infanto-juvenil do selo Galera Junior, da Record e é o primeiro livro juvenil da autora. Eu gosto muito desse tipo de narrativa, pois embora sejam direcionadas a um público mais jovem, trazem reflexões que colocam muito adulto para pensar. Vamos conhecer um pouco mais desta história?